Parasitas, Lua e Corpo Humano

O ecossistema invisível que influencia a nossa saúde

Durante décadas, falar de parasitas esteve associado a medo, tabu ou falta de higiene.
Hoje, a ciência já sabe que a realidade é muito mais complexa: os parasitas fazem parte de um ecossistema biológico vasto, dinâmico e ainda pouco compreendido, que interage com o corpo humano, com o ambiente e até com os ciclos naturais da Lua.

Este artigo é um convite a compreender esse mundo invisível — sem alarmismo, mas com consciência.

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Um universo de espécies (muitas ainda desconhecidas)

Estima-se que existam milhares de espécies de parasitas capazes de coexistir com o ser humano.
Algumas são bem conhecidas (helmintas, nemátodes, protozoários), mas outras ainda não foram totalmente estudadas ou catalogadas.

O que sabemos hoje:

  • Existem parasitas macroscópicos e microscópicos
  • Alguns vivem décadas no corpo humano
  • Outros passam despercebidos, sem sintomas evidentes
  • Muitos adaptam-se ao hospedeiro e ao ambiente

ATENÇÃO: A ausência de sintomas não significa ausência de parasitas.

Parasitic worms in the lumen of intestine, 3D illustration. Ascaris lumbricoides and other round worms

Onde habitam no corpo humano?

Os parasitas não vivem apenas no intestino.
Eles ocupam habitats específicos, de acordo com as suas necessidades:

  • Intestino delgado e grosso – local preferencial (nutrientes abundantes)
  • Estômago – fases iniciais e resistência ácida
  • Fígado e vias biliares – filtração e metabolização
  • Pulmões – em alguns ciclos migratórios
  • Sangue e tecidos – espécies microscópicas
  • Pele e mucosas – fases transitórias

O corpo humano torna-se, assim, um verdadeiro ecossistema interno.

Como se alimentam e sobrevivem

Os parasitas alimentam-se de:

  • Açúcares
  • Gorduras vegetais
  • Vitaminas e minerais
  • Resíduos metabólicos
  • Flora intestinal alterada

Alguns desenvolvem estratégias avançadas:

  • Imitam células humanas
  • Camuflam-se no sistema imunitário
  • Produzem toxinas para enfraquecer defesas
  • Criam biofilmes protetores

Biofilmes: a fortaleza invisível

Um dos maiores desafios da desparasitação moderna são os biofilmes.

Biofilmes são:

  • Estruturas protetoras
  • Formadas por parasitas, bactérias e fungos
  • Envolvidas por uma matriz gelatinosa
  • Altamente resistentes

Dentro dos biofilmes:

  • Os parasitas comunicam entre si
  • Protegem ovos e larvas
  • Tornam-se menos vulneráveis a tratamentos agressivos

Por isso, abordagens naturais, graduais e repetidas tendem a ser mais eficazes do que ataques únicos e violentos.


O ciclo ambiental: ninguém está isolado

Os parasitas não pertencem apenas ao corpo humano — fazem parte do ambiente.

O ciclo acontece assim:

  1. Ovos e resíduos saem pelas fezes
  2. Contaminam solo, água e superfícies
  3. Atingem alimentos, mãos e objetos
  4. Reentram no corpo humano

Este é o chamado ciclo fecal-oral, contínuo e coletivo.

Por isso, a desparasitação não é apenas individual — é familiar, ambiental e comunitária.


O impacto das fases da Lua

Diversas observações empíricas e estudos em biologia e comportamento animal mostram que a Lua influencia líquidos, ritmos hormonais e atividade biológica.

No caso dos parasitas:

  • Lua Crescente → maior mobilidade e atividade
  • Lua Cheia → fase reprodutiva e migratória mais intensa
  • Pós-Lua Cheia → libertação e eliminação

É por isso que protocolos tradicionais e naturais utilizam a Lua como marcador temporal, não como crença, mas como sincronização biológica.


A importância da desparasitação natural

A desparasitação natural respeita princípios fundamentais:

  • Não destrói a flora intestinal
  • Não sobrecarrega fígado e rins
  • Atua por fases
  • Enfraquece biofilmes gradualmente
  • Reduz reincidência

Mais do que eliminar, o objetivo é:
✔️ Reduzir carga parasitária
✔️ Restaurar equilíbrio intestinal
✔️ Fortalecer o sistema imunitário
✔️ Criar um ambiente interno menos favorável


Conclusão: consciência é prevenção

Os parasitas não são inimigos morais.
São organismos adaptativos, que prosperam em ambientes desequilibrados.

Ignorar a sua existência mantém o ciclo.
Compreender o ecossistema devolve poder ao corpo.

A desparasitação consciente não é medo.
É inteligência biológica aplicada à saúde.


Calendário do Protocolo Lunar de Desparasitação do Inastituto Angolano de Mentoria e Terapia Integrativa (até Junho 2026)

Ciclo 1 (Jan–Fev)

  • Início Lua Crescente: 26/01/2026
  • Lua Cheia (crítica): 01/02/2026
  • Janela crítica (±2 dias): 30/01 a 03/02/2026
  • +5 dias pós-cheia: até 06/02/2026
  • Fecho (+15 dias pós-cheia): até 16/02/2026

Ciclo 2 (Fev–Mar)

  • Início Lua Crescente: 24/02/2026
  • Lua Cheia (crítica): 03/03/2026
  • Janela crítica: 01/03 a 05/03/2026
  • +5 dias: até 08/03/2026
  • Fecho: até 18/03/2026

Ciclo 3 (Mar–Abr)

  • Início Lua Crescente: 25/03/2026
  • Lua Cheia (crítica): 02/04/2026
  • Janela crítica: 31/03 a 04/04/2026
  • +5 dias: até 07/04/2026
  • Fecho: até 17/04/2026

Ciclo 4 (Abr–Mai)

  • Início Lua Crescente: 24/04/2026
  • Lua Cheia (crítica): 01/05/2026
  • Janela crítica: 29/04 a 03/05/2026
  • +5 dias: até 06/05/2026
  • Fecho: até 16/05/2026

Ciclo 5 (Mai–Jun) — (mês com 2 luas cheias)

  • Início Lua Crescente: 23/05/2026
  • Lua Cheia (crítica): 31/05/2026
  • Janela crítica: 29/05 a 02/06/2026
  • +5 dias: até 05/06/2026
  • Fecho: até 15/06/2026

Ciclo 6 (Jun–Jul) — (fecha Junho)

  • Início Lua Crescente: 21/06/2026
  • Lua Cheia (crítica): 30/06/2026
  • Janela crítica: 28/06 a 02/07/2026
  • +5 dias: até 05/07/2026
  • Fecho: até 15/07/2026 (já cai fora de Junho, mas é o fecho do ciclo de Junho)

O “dia ideal” do clister é a Lua Cheia?

Para o calendário da campanha (narrativa e disciplina do protocolo), sim:

  • Lua Cheia = dia principal
  • E podes considerar o mesmo peso para 1 dia antes e 1 dia depois, dentro da janela crítica ±2 dias.

(Nota de segurança/ética: isto é um calendário tradicional/ritual de timing; não é uma garantia científica de eficácia por si só.)


Written by

Otchissola

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